Nosso voo chegou por Lisboa. Optamos por fazer uma conexão longa, de oito horas. Já havíamos feito uma conexão rapidíssima quando fomos a Roma e foi muito tumultuada. Outra opção seria uma conexão de três horas, mas esperar no aeroporto era incômodo. Uma conexão longa nos permitia passear por Lisboa e almoçar o que quiséssemos.
No embarque no Brasil, despachamos um carinho de bebê e as malas direto para Londres. Em Lisboa pegamos apenas um carinho para facilitar o novo embarque. Nossa intenção era conhecer a Catedral de Lisboa (Sé) e passear com os meninos no Oceanario.
Demos o café da manhã no aeroporto já que chegamos cedo (6h). As estações de metrô (metro, com "e" agudo para os portugueses) são quase todas acessíveis para os carrinhos de bebê. Pegamos o metrô no aeroporto e seguimos para o centro (estação Rossio), onde nós tomamos o nosso café. Iríamos para a Catedral de bonde, mas tivemos que mudar o meio de transporte para chegar à Catedral (Sé) pois o bonde (ou elétrico, em português lusitano) estava bem cheio para entrar com dois meninos e o carinho.
Optamos por fazer o trajeto de táxi, o que foi uma grata surpresa. O taxista nos levou à Sé, nos esperou do lado de fora e depois nos levou ao Oceanario por € 17. De metrô e bonde teríamos pago entre € 10,60 e € 12 dependendo do tempo que levássemos para percorrer o trajeto (isso considerando que os meninos viajariam de graça no metrô.
O Oceanario é uma ótima pedida para crianças. E para os adultos também (é minha terceira visita). Até o Henrique curtiu. E foi o tempo certo para depois almoçar e voltar ao aeroporto. Há muitos restaurantes e um Shopping Center no caminho entre o Oceanario e a estação Oriente, onde tomamos o metrô.
O voo para Londres foi bem tranquilo. O problema foi o sono. Os meninos dormiram o voo quase todo e nos fomos cochilando. Antes de pousar ficamos trinta minutos voando em círculos entre Londres e Southampton, devido ao tráfego aéreo. O desembarque e os procedimentos de imigração foram ainda mais simples que em Portugal. Feita a imigração e recolhidas as bagagens, hora de rumar ao hotel. Não sem antes cometer uma pequena mancada: na hora de entrar no carro que faria o transfer, quase sentar no banco do motorista por esquecer qie na Inglaterra o volante fica à direita.
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